Presidente da operadora de telefonia celular afirma que Fistel, imposto recolhido apenas pelas empresas móveis, cria condições desiguais para que empresas possam ter oferta.
O presidente da empresa de telefonia celular Claro, João Cox, afirmou nesta terça-feira (27/10) que, para que as empresas de telefonia móvel possam lançar ofertas de banda larga popular é fundamental rever a cobrança do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel).
Este tributo federal é recolhido apenas pelas operadoras móveis, portanto, pelo raciocínio de Cox, as condições para a oferta da banda larga popular são desiguais. Segundo o site da consultoria Teleco, o Fistel tem como objetivo custear as despesas do Governo Federal para fiscalizar os serviços de telecomunicações e o desenvolvimento de novos meios e técnicas para garantir essa fiscalização. O tributo incide sobre o número de estações radiobase licenciadas pelas empresas.
"Tirando o Fistel, as condições ficam equânimes e as condições para a oferta desse serviço começam a se viabilizar. Endereçar o tema é imperativo para fixas e móveis terem as mesmas condições", diz o presidente da Claro.
O programa banda larga popular foi anunciado pelo governador do Estado de São Paulo, José Serra, durante a Futurecom em meados de outubro. O decreto estabelece que ofertas de banda larga com velocidades entre 200 kbps e 1Mbps que incluam modem, serviço de banda larga e provedor de acesso à internet, terão isenção de ICMS no Estado de São Paulo. Por enquanto, apenas a Telefônica apresentou sua oferta de banda larga popular.
Fabiana Monte, da Computerworld
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário