Casas inteligentes pressupõem equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos que, mesmo não sendo um primor em termos de QI, sejam capazes pelo menos de conversar uns com os outros.Isto começa a se tornar possível, graças ao trabalho de um consórcio de empresas e instituições de pesquisas da Europa.
Eles construíram uma camada intermediária de software e hardware - um middleware - que permite que sensores e equipamentos de diversos fabricantes troquem dados e funcionem de forma cooperativa.
Tecnologias do futuro
A maioria das propostas de casas e edifícios inteligentes pressupõe a existência de capacidades embutidas nos aparelhos domésticos - da TV e da geladeira até os sistemas de aquecimento, iluminação e ar condicionado - que os tornem capazes de se comunicar uns com os outros, de preferência por meio de redes sem fio.
Essa interconexão permitirá uma operação em conjunto que aumente o conforto e o bem-estar dos moradores e, sobretudo, economize energia ao máximo.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tecnologias-do-futuro-domotica-internet-coisas&id=010150100205
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